20 de julho de 2009

Nó (s).

Hoje, eu vou colocar tudo o que existiu de bom,
numa caixinha e dar um nó com laço de fita.

Tô pensando em deixar um bilhete, também.
Bem detalhado.
Pra se algum dia meu corpo esquecer,
a memória não falhar.

Que é pra guardar bem guardado o que existiu.
E fechar essa porta por inteiro.

11 comentários:

Bianca disse...

É isso aí!!!!

Cris Chevriet disse...

é isso aí, mesmo...mas tá dificil esse nó(s)! ADOREI, beijo!

André Pellegrino disse...

Nó,Nó,Nó,Nó...Nós...

Pedro disse...

Sempre tenho vontade de fazer algo assim de fato. Morro de medo de começar a esquecer de coisas e pessoas que me são caras

Breno Amaro disse...

Pode fechar a caixa, mas vira-e-mexe, dá um confere lá pra lembrar de tudo, ok? Amo-lhe!

Bru Brig. disse...

Muito bom.
Junta tudo e joga fora!

Fernando disse...

Escreve bem esse bilhete.

Nanda disse...

As eternas caixinhas no porão da alma. Em breve...poeira.

Lu Manuel disse...

tái...
Um bom nome prum próximo texto: "Em breve...poeira."




nhá!

Fernanda Trugilho disse...

Ah...o tempo e os seus ventos, que assopram poeiras, desfazem besteiras, e tornam tudo melhor.

Viu?! não disse?!Bjoca!

Lu Manuel disse...

hahahahaha...

num'güento contigo!